Plano Político Pedagógico - CAPÍTULO 2

2.1 Filosofia Institucional

O marco referencial da construção desta proposta educacional para um grupo de indivíduos nasceu da resposta ao forte questionamento que se colocou:


Que somos nós?


O desenvolvimento humano, impulsionado pelo crescimento cerebral, alcançou altos níveis de progresso, permitindo-nos conhecer senão tudo, quase tudo quanto existe no contexto planetário, porém, esta questão fundamental permanece sem resposta objetiva.

E a ausência de resposta a tal questão pressupõe nossa total ignorância sobre o sentido, o significado e o fundamento do Ser humano, afinal, o que o justifica se definitivamente vai morrer?

A partir daí surgiu a necessidade de saber, que se manifesta na busca pela informação, pelo desenvolvimento do conhecimento, do entendimento e da compreensão desta unidade complexa que, ao mesmo tempo, é fisiológica, psicológica e psíquica.

O Ser humano e a condição de vida humana passam então a ser objeto fundamental de toda aprendizagem, fator que justifica a estruturação de uma nova pedagogia que descreve métodos e organiza ambientes, processos, recursos e didáticas para que os indivíduos percebam a necessidade do autoconhecimento, ou, dito de outra forma, percebam o quanto são desconhecidos de si mesmos e em que medida isso os impede de experimentar formas mais aprimoradas de viver e de se relacionar.

A filosofia que embasa a Educação de Essencialidades é então concebida como histórico-progressiva, pois toma por princípio e fundamento o Ser humano, considerando todo o seu percurso evolutivo e sua peculiar capacidade de sentir, potencialidade que o torna único e, portanto, com necessidades íntimas que lhe são singulares e que precisam ser reveladas por si e para si mesmo, e, neste sentido, reconhece o autoconhecimento como uma necessidade evolutiva e progressiva 1) da Humanidade.

Fica explicitado, assim, que o compromisso não é somente com a produção do conhecimento teórico, conceitual, que se compartilha livremente ou não, mas sim com a admissão e o suprimento da necessidade de autoconhecimento, isto é, com conhecimento sobre o Homem que estamos, através de ações inteligentes, explicando um universo invisível e atuante junto com o visível, desenvolvendo, por consequência, a compreensão de sua natureza.

Tal filosofia tem caráter transformador, pois está fundamentada no aprimoramento das formas de viver e relacionar-se e na progressividade da capacidade de sentir, ou seja, à medida que o indivíduo conhece a si mesmo, altera o seu estado de consciência e educa-se.

Educando-se, reduz comportamentos que identifica como prejudiciais a si e ao meio, implantando uma sociedade de gênios que trabalham por si na mesma proporção que trabalham para aprimorar o meio em que estão inseridos.

2.2 Princípios Fundamentais

A identidade do STS é construída continuamente, a partir de princípios ético-políticos e educacionais. Tais princípios fundamentam seus elementos estruturais e refletem-se nos seus planos, projetos, procedimentos, ações, práticas, bem como nos valores e atitudes da instituição, nas relações entre os indivíduos que a compõem e destes com todos os ambientes onde estão inseridos.

Esses princípios, entre outros, são:

Princípio Pedagógico Educacional

A instituição adota o denominado Princípio Pedagógico Educacional, que possui dimensão de peso ou importância altamente relevante, uma vez que imanta, baliza e sustenta os seus próprios elementos estruturais, dado o entendimento de que somente há educação se todos estiverem comprometidos a educar-se.

Assim, todas as práticas e demais princípios da instituição dele são derivados, estabelecendo-se intrínseca relação de conexão e coerência. Para tanto é preciso o compromisso e a firme vontade de realização dos propósitos, pois a ideia não é debater ou transmitir informações ou estímulos de autoajuda, mas observar, registrar, organizar, diagnosticar necessidades para descrição de um método ou um conjunto de métodos que assegurem o autoconhecimento e a adaptação recíproca entre aquilo que se tornou conhecido e os próprios indivíduos, adaptação que se traduza em prática comum no meio em que o indivíduo está inserido, enfim, educação de essencialidades, na perspectiva de que esta educação influencia a sociedade, podendo contribuir para a sua transformação.

Assim, todo movimento no STS é investimento para o desenvolvimento da Educação de Essencialidades. E isto significa que todas as ações da instituição, indistintamente, serão incorporadas por este princípio, contendo e servindo em si mesmas como método pedagógico para os indivíduos que a integram.

Princípio da Progressividade

Todo elemento – organizacional, administrativo, pedagógico – do STS deve observar a natureza, características e guardar proporcionalidade e respeito ao grau de progressividade das partes que o integram.

Princípio do Reconhecimento

Todo elemento – organizacional, administrativo, pedagógico – do STS deve resultar da liberdade de consciência de cada parte dele integrante, ou seja, deve ter origem nas convicções, necessidades e caracteres manifestos.

Princípio do Bem Comum

Todo elemento – organizacional, administrativo, pedagógico – do STS tem por princípio, meio e finalidade única o indivíduo dele integrante, porém, deve priorizar o desenvolvimento de toda a coletividade.

Princípio da Não Exclusão

Todo elemento – organizacional, administrativo, pedagógico – do STS deve oportunizar momentos de autoavaliação de modo a não constranger suas partes a processos dos quais não participam inteligente e conscientemente e, ao mesmo tempo, estimular o reconhecimento das consequências (sequência de fatos) daí resultantes.

Princípio da Prevenção

Todo elemento – organizacional, administrativo, pedagógico – do STS deve considerar que a movimentação das partes dele integrantes acontece num estado de inconsciência e, portanto, deve estabelecer métodos preventivos, reconhecendo que tal movimentação aciona e cria diversos campos de possibilidades que não são perceptíveis objetivamente.

2.3 Elementos Estruturais

Como dito, o STS é considerado um sistema 2) integrado por elementos estruturais interdependentes: elemento organizacional (fisiológico), elemento administrativo (psicológico) e elemento pedagógico (psíquico).

Isto significa que a instituição se movimenta num espaço permanente de diálogo, integração, conjugação e articulação entre os elementos que o constituem, estimulando a revisão de paradigmas sobre o Ser humano e suas relações com o meio em que está inserido.

2.3.1 Elemento Organizacional

Comunidade

A vida em sociedade é uma lei natural. No isolamento, o progresso e a preservação ficam ameaçados, e, por isso, a vida de relação é uma necessidade.

Quando indivíduos se relacionam, a partir de interesses e necessidades comuns, passam a formar uma comunidade e, assim, da comunhão do interesse e da necessidade de se criar uma nova forma de viver e relacionar-se, surge a Comunidade STS.

Esta Comunidade tem um traço distintivo, pois, apesar de surgir como forma de delimitação, não estabelece territórios, mas cria um campo de observação e visão ampla sobre o espaço criado, oferecendo foco para a ação da Inteligência na observação e identificação do padrão de comportamentos e relacionamentos.

Na integral percepção de que o seu progresso depende da forma como vive e se relaciona, esta Comunidade se submete e respeita integralmente os poderes e autoridades constituídos. Além disso, propõe-se, nas suas relações internas e externas, a praticar e desenvolver uma visão dilatada e profunda dos pilares que a sustentam. Ou seja, uma nova compreensão do que sejam o Direito, a Educação, a Política e a Saúde, criando sistemas que tornem os seus integrantes sensíveis pela Vida em suas múltiplas manifestações.

Nessa perspectiva, a Comunidade somente se constitui pela integração de duas partes indissociáveis: os Núcleos e os Educadores de Essencialidades.

Núcleos

São ambientes juridicamente organizados e estruturados para aplicação da metodologia da Educação de Essencialidades com vistas à formação de Educadores de Essencialidades (EE).

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(Clique na imagem acima para conhecer a localização dos Núcleos do Sistema Tempo de Ser)

Educadores de Essencialidades (EE)

São os indivíduos que se vinculam ao Núcleo para participar das atividades pedagógicas previstas para sua formação como Educadores de Essencialidades.

2.3.2 Elemento Administrativo

Diretoria STS

Para atingir seus objetivos, o STS esforça-se para desenvolver e praticar uma forma de gestão que possa espelhar suas propostas educacionais.

Assim, tomando em conta o modelo de manifestação da Vida, adota método próprio de gestão que denomina “gestão autoconsciente”, compreendida como exercício de integração e propagação entre as dimensões psíquica, psicológica, fisiológica, consideradas em suas características e funções próprias que, articuladas e conjugadas, possibilitam suprimento das necessidades e anseios da Comunidade e, por consequência, sua autonomia e progressividade.

Nesse modelo de gestão todos os planos, processos, procedimentos são colocados dentro de um mesmo sistema e em um mesmo ambiente, fazendo com que seus gestores adotem posturas e tomem decisões olhando a instituição no seu todo, tendo um único foco coordenador independentemente das dimensões em que se encontrem.

Nesse contexto, sobressai a divisão de tarefas e funções por reconhecimento, pois os gestores são reconhecidos e se reconhecem por sua competência, aptidão e habilidade em articular ações e movimentar recursos para o atendimento dos objetivos da instituição.

O STS é gerido e administrado por uma Diretoria (Dir-STS), órgão colegiado, portanto composto por Diretorias específicas cujos membros são eleitos por reconhecimento dos Núcleos e que desempenha função de gestão e administração em conformidade com as finalidades e objetivos do STS, bem como as prerrogativas e competências descritas no seu estatuto social.

A Dir-STS conta ainda com o Coordenador de Atividade (CA), que é um EE indicado pela Diretoria Pedagógica, independentemente de titulação acadêmica, que desempenha função de coordenação de duas das Atividades Institucionais constantes da organização didático-pedagógica prevista neste PPP.​ Além disso, conta com Equipes Técnicas organizadas para dar suporte técnico em ações específicas.

Há também o Centro de Pesquisa (CP), formado por áreas de conhecimento, ou departamentos, sendo composto por EE que possuem formação acadêmica, técnica ou experiência na respectiva área de atuação. O CP tem por finalidade e função pesquisar, analisar e investigar a filosofia, a psicologia, a didática e práticas que fundamentam a pedagogia Educação de Essencialidades e sua validade, constituindo parte fundamental para sua estruturação e consolidação.

Diretoria de Núcleos

Os Núcleos também são geridos por uma Diretoria, portanto, órgão colegiado composto por Diretorias específicas, cujos membros ou são eleitos por reconhecimento de seus associados ou são seus próprios sócios. Desempenham função de gestão e administração do Núcleo em conformidade com os objetivos e finalidades do STS e as competências definidas em seu estatuto ou contrato social. 3)

O Núcleo conta ainda com o Coordenador de Atividade (CA), que é um EE indicado pela Diretoria Pedagógica, independentemente de titulação acadêmica, que desempenha função de coordenação das demais Atividades da organização didático-pedagógica prevista neste PPP.

2.3.3 Elemento Pedagógico

Processo de Autoaprendizagem

A autoaprendizagem, ou seja, aprender sobre si mesmo, não é uma “disciplina” como tantas outras. Deste modo não é somente o resultado dos conhecimentos teoricamente constituídos ou mesmo de uma formação acadêmica específica.

x-defaultAssim, admitindo que sabemos que sabemos pouco ou quase nada sobre esse universo complexo que é o Ser humano e a sua condição de vida, a instituição concebeu que o saber de si é uma necessidade progressivo-evolutiva e, portanto, se constitui numa forma de viver que pode ser conscientemente mantida e cultivada.

A partir dessa necessidade manifesta, a organização metódica de processos e, simultaneamente, a criação de ambientes onde o desconhecimento de si mesmo se torne passível e possível de ser observado, conhecido e catalogado e, ao mesmo tempo, possibilite a verificação dos efeitos práticos que a autoaprendizagem produz na forma de viver e relacionar-se dos indivíduos, torna-se fundamental.

Neste contexto, o STS concebeu o Processo de Autoaprendizagem, que é uma sequência regular de etapas, distintas e sucessivas entre si, sendo que o trânsito por tal processo constitui para o indivíduo um percurso de auto-observação, autoconhecimento e autoaprendizagem, ou seja, nesse percurso metódico o indivíduo percorre etapas lógicas com o intuito de estabelecer correspondência/identidade entre o conteúdo que se tornou conhecido e sua própria forma de manifestação, de modo que tudo o que se torna conhecido coincide consigo mesmo.

Etapas do Processo de Autoaprendizagem

As etapas que compõem o Processo de Autoaprendizagem, no STS, precisam ser definidas e delimitadas em seu sentido e significado, para que se identifiquem as características que lhe são próprias, e porque não dizer - únicas, que, por sua vez, orientam e balizam sua proposta educacional, prevenindo confusões e inadequações.

1ª Etapa: Informação

A palavra “informação”, que remonta à antiguidade, tem sua origem no latim informatio que significa “dar forma a”. Ao longo da história, porém, sofreu tantas modificações em sua acepção, que, na atualidade, seu sentido está carregado de ambiguidades, sendo confundida frequentemente com “dado” e até mesmo com “conhecimento”, deixando a impressão de que esses conceitos têm o mesmo significado.

Dados são elementos qualitativos e quantitativos da realidade e podem ser representados por sons, imagens, textos, números e estruturas e, por esta razão, remetem à ideia de banco, e, portanto, podem ser acumulados.

Isolados ou sem um contexto ou forma de utilização, os dados são inúteis, podendo levar inclusive a erro. Desse modo, seu valor depende justamente da existência de indivíduos interessados, que os organizem e lhes atribuam significado, transformando-os em informação.

Assim, informação é aqui compreendida como o processo de organização de um dado empreendido e existente no próprio indivíduo, visando a alterar seu estado de conhecimento prévio, em que o dado é analisado, processado, inicialmente articulado, constituindo, então, a etapa base do Processo de Autoaprendizagem.

Esta etapa não se converte na pura transmissão sistemática de conteúdo ou ensino, de modo a considerar os educadores em formação como depósitos de conhecimentos pré-constituídos, em vez disso, a informação surge da interação do indivíduo com o conteúdo, com os demais indivíduos e com os Ambientes de Autoaprendizagem (AMA), isto é, a informação surge da coleta e organização dos dados que o indivíduo tem de (sobre) si mesmo.

Reconhecemos que a informação não tem compromisso com a verdade. Pode ganhar diversas vertentes, pois será acrescida de opiniões, crenças, superstições, críticas e deturpações. A informação é somente o primeiro passo para conhecer, já que, para conhecer, é necessário obter informações sobre aquilo que se quer conhecer.

Neste aspecto, é um engano considerar que o acúmulo de informações queira significar a passagem para a segunda etapa do processo de autoaprendizagem: conhecimento.

2ª Etapa: Conhecimento

O conhecimento é o resultado da elaboração mental, da reflexão, do estabelecimento de relações, da observação de fenômenos e suas causas, de consequências, de continuidades, descontinuidades, de contiguidades, de oposições, portanto, resultante do processo de interação entre o exterior e o interior e de um comportamento auto-observador.

Nesta perspectiva educacional, para atingi-lo, necessário se faz estabelecer conexões entre as informações aparentemente desconexas, processá-las, analisá-las, relacioná-las, armazená-las, avaliá-las segundo critérios de relevância, organizá-las em sistemas, portanto, podemos dizer que o conhecimento é resultado da investigação filosófico-científica, e por isto o conhecimento remete à ideia de teoria, no caso, uma teoria sobre si mesmo.

É imprescindível lembrar que as crenças surgiram a partir de conhecimentos que foram considerados como verdades. Neste contexto, o conhecimento é mais uma das etapas necessárias à autoaprendizagem e que pode ter diversas versões, como também deve ser desconstituído pelo entendimento de sua impossibilidade ou tornar-se argumento para consolidação do próprio entendimento.

Por esta razão, nesta etapa do processo de autoaprendizagem intenta-se explorar todas as possibilidades na busca do “novo” ou do não conhecido. É baseada na tensão, na descoberta, na incerteza, nele há luta de opostos, há ruptura, choque, questionamento, contradição, provocação, enfim, dialética, justamente para criar possibilidade de modificação, superação, avanço no conhecimento, que se reestrutura, se reorganiza e se integra para, novamente, tornar a questionar o conhecimento existente.

Esta etapa, então, tem por finalidade estabelecer uma elaboração teórica correspondente ao que se tornou conhecido, indicando a necessidade de permanente registro e organização que, por consequência, possam servir de referencial quanto à forma de constituição e funcionamento do indivíduo no meio em que está inserido.

3ª Etapa: Entendimento

Conhecer o funcionamento de algo não quer dizer entender-lhe a razão, o porquê, nem tampouco o seu sentido e significado. Adquirir conhecimento, então, não quer significar o entendimento da realidade interior.

Resultado das etapas anteriores do Processo de Autoaprendizagem, o entendimento remete à ideia de intuição, insight.

Caminho interior de descoberta, de conexões inesperadas, de junções, de superposições, da navegação não linear, de formas de comunicação menos conscientes, da capacidade de maravilhar-se, do aprofundamento do conhecimento psíquico, e por isto não pode ser compartilhado.

Fenômeno que ocorre intimamente, não exige explicação racional, e por isso prescinde do convencimento ou reconhecimento pelo outro, há assimilação do sentido e do significado sobre o que se conhecia.

O entendimento, então, ocorre no âmago da unidade inteligente, isto é, além da pessoa constituída, e por isso é uma ocorrência psíquica, que se manifestará no âmbito da sensibilidade, anterior à própria cognição, quer dizer, é mediúnico: sentido interior do indivíduo.

O entendimento desta realidade interior possibilita desvendar o novo e avançar, porque quanto maior e mais profundo for o entendimento do mundo ou da realidade interior, maior será a aptidão ao enfrentamento das diversas situações que a realidade exterior apresentar.

4ª Etapa: Saber

Autonomia e Liberdade fundem-se quando o “saber” é desenvolvido, quando se conhece a necessidade das leis e se adéqua a elas, não sendo mais constrangido por fatores interiores e exteriores; quando se vive aquilo que a inteligência (que é) já identifica como necessidades progressivas; quando, enfim, for livre para conviver com todas as diferenças que se apresentarem no âmbito da convivência. (COSTA, Lucas da; WILDEMBERG, Marlete. Inteligência Mediúnica – Novos Horizontes da Sensibilidade. Comissão Gestora do Sistema Tempo de Ser, 2012, p. 122)

Somente o entendimento leva ao saber, que nesta perspectiva educacional significa o processo psíquico de revelar e apropriar-se das leis que regem o ser humano, ou seja, o saber de si, em si, alterando-se o próprio estado de consciência pela psicoadaptação à forma manifesta.

Compreendendo a si, o indivíduo naturalmente percebe o outro e então estende essa compreensão aos demais sujeitos no mundo, ou, dito de outra forma, compreende a vida em suas múltiplas formas de manifestação e encontra-se com a verdade, com a “vida” como ela é.

Consolidadas as etapas do Processo de Autoaprendizagem, o indivíduo desenvolve a capacidade de dirigir-se autonomamente, de administrar-se livremente, antecipando e coordenando, conscientemente, os fenômenos ou forças que se movem no seu interior e exterior, conferindo-se o poder de decidir sobre as mudanças que quer realizar por si e a partir de si, apresentando maior propensão aos objetivos comuns.

1) Para mais informações consulte a Atividade de Área “O Autoconhecimento como Necessidade Evolutiva-Progressiva”, que acontece no Núcleo de Presidente Prudente(SP)
2) Significado de Sistema: s.m.Reunião dos elementos que, concretos ou abstratos, se interligam de modo a formar um todo organizado. - https://www.dicio.com.br/sistema/
3) Você encontra o estatuto ou contrato social neste portal, dentro da área de cada Núcleo